Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 14, 2012

Mercado de Trabalho: Dicas de Eike Batista para o sucesso – Planeje-se

Veja dicas que o homem mais rico do Brasil dá para todos aqueles que querem alcançar o sucesso pessoal e profissional

O homem mais rico do Brasil, Eike Batista, dono de uma fortuna de 50 bilhões de reais dá diversas dicas para alcançarmos o sucesso pessoal e profissional. Veja algumas dicas que separamos de seu twitter pessoal (https://twitter.com/eikebatista) e em uma entrevista para o programa Fantástico da Rede Globo. Outra dica interessante é ler o livro recém lançado pelo empresário ” O X da questão” que pode ser encontrado em qualquer livraria do país.

Dicas de Eike Batista para o sucesso:

“Um grande líder pratica a visão 360″ 15/11/2011

“Ter disciplina e dedicação é a única maneira de conquistar, realizar e fazer acontecer” 14/11/2011

” A empresa que não buscar eficiência, em qualquer setor da economia, dificilmente sobreviverá” 12/11/2011

” Crie projetos a prova de crise e avance sem parar a diante” 11/11/2011

” Sempre digo aos jovens: Imponham-se desafios” 10/11/2011

” Os empresários têm que se acostumar a investir no mínimo 10% do seu lucro” 09/11/2011

“Quero ser lembrado como alguém que ajudou o Brasil a ser mais eficiente” 08/11/2011

” Uma das maiores virtudes de uma pessoa é a sua capacidade de aceitar grandes desafios” 07/11/2011

“Não é possível criar eficiência sem inovação” 05/11/2011

“Temos que exigir que o que se produz e fabrica no Brasil esteja sempre de acordo com o conceito de estado-da-arte” 25/10/2011

“A necessidade faz a solução” 25/10/2011

“Vontade, garra, persistência, determinação e disciplina: todos temos essas qualidades embutidas. É só despertá-las”

“Vencer significa criar projetos transformacionais e eficientes que gerem riqueza para todos’ 29/09/2011

“O mundo é daqueles que não param de pensar e executar um mundo melhor” 27/09/2011

” Sempre temos que superar novos limites” 23/09/2011

“Quem perde a simplicidade perde a essência da vida” 21/09/2011

“Sempre consulto meu coração nas minhas decisões. Sempre” 17/09/211

“Sair da zona de conforto é essencial para quem quer vencer. A maioria se acomoda” 17/09/2011

“Nunca pare de sonhar e nunca desista de um sonho” 18/09/2011

“Estude, pesquise para ver se você é realmente o mais eficiente no que faz. Ou alguém vai te passar para trás” 08/09/2011

  Fonte: (www.sintoniauniversitaria.com.br)

 Histórias como a do empresário Eike Batista mostram que o sucesso vem após muito trabalho e organização. Conhecer o mercado é essencial, mas enfrentar desafios e persistir é ainda mais importante. Por isso Planeje-se, corra atrás dos seus sonhos e trabalhe para alcançar o sucesso.

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Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 13, 2012

Empreendedorismo no campo – Planeje-se

Uma agropecuária próspera não é constituída apenas de agroindústrias modernas, capazes de produzir grandes quantidades de alimentos, fibras e carnes, para atender plenamente às necessidades do mercado interno, gerando excedentes exportáveis, que, no Brasil, tanto têm concorrido para a obtenção de superávits comerciais. Depende também de pequenos agricultores dedicados à produção de hortigranjeiros indispensáveis à mesa. E o Brasil, não obstante o avanço da soja, do café, do milho e da cana-de-açúcar, não tem tido problemas de abastecimento de legumes, hortaliças e frutas, graças à iniciativa de milhares de pequenos produtores, espalhados pelo País. O que se procura agora é modernizar esse setor, que, mesmo quando organizado em cooperativas, não atua geralmente como empresa, não agrega valor ao que produz e é muitas vezes prejudicado por intermediários na venda ao mercado.

Reverter essa situação é o objetivo do Projeto de Desenvolvimento Sustentável – Microbacias II – Acesso ao Mercado, do governo do Estado de São Paulo e que conta com financiamento de US$ 45 milhões do Banco Mundial (Bird). A primeira fase do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas, encerrada em 2008 e que também contou com apoio do Bird, deu maior ênfase à preservação dos recursos naturais, sobretudo quanto ao trato do solo e conservação de água, sendo atendidas 70 mil famílias.

Na fase que agora se inicia o que se procura segundo João Brunelli, da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral da Secretaria da Agricultura, é incentivar a atitude empreendedora por parte dos pequenos produtores rurais. “O agricultor precisa aprender a vender”, comenta. “Muitas vezes, ele sabe produzir bem, mas acaba deixando que outros agreguem valor a seu produto.”

Muito ilustrativo é o caso da Cooperativa do Chuchu, de Amparo, fundada há dez anos, que hoje comercializa 3 mil toneladas do produto por ano, além de 36 itens, entre os quais hortaliças, frutas e legumes, segundo informa o Suplemento Agrícola deste jornal (10/8). A maior parte é adquirida pelas prefeituras dos municípios de Amparo e de Monte Alegre do Sul, e é destinada à merenda escolar. A Cooperativa agora planeja a construção de uma pequena unidade para processar e embalar a produção, de modo a poder alargar seu mercado, abrangendo toda a região de Campinas. Para isso, postula o apoio do Microbacias II.

Pouco conhecido fora do meio rural, o programa não visa a implantar novos empreendimentos ou a socorrer sítios ou fazendas em dificuldades. Seu objetivo central é promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado, ampliando as oportunidades de emprego e a inclusão social, mas a partir de iniciativas de negócios já existentes e que tenham projetos viáveis de expansão. No início, serão selecionados 25 projetos que procurem agregar valor à produção rural. O programa ainda está no estágio inicial, com prazo até o dia 19 para a inscrição dos projetos que queiram beneficiar-se dele. O número de projetos contemplados com financiamentos deve se elevar a 50 em 2012 e a 75 em cada ano seguinte até 2015.

O programa pode financiar até 80% do custo de um projeto (até o limite de R$ 800 mil, cada um), mas não tem um cunho assistencialista. A Cooperativa do Chuchu, por exemplo, pretende aplicar R$ 1 milhão na construção de um galpão para processamento da produção, o que poderá trazer um incremento de 20% a 30% na renda dos seus associados. Já a Cooperativa dos Produtores Rurais entre Serras e Águas, de Bragança Paulista, que reúne 83 agricultores, pretende comprar equipamentos móveis e um galpão para processamento de 450 toneladas das frutas e hortaliças que produz, montando uma miniagroindústria em sua sede, a fim de auferir mais lucros.

O produtor de morangos e legumes em Socorro Sidney Barrel sintetiza o avanço que se está buscando: “O produtor precisa aprender a enxergar seu negócio como empresário e perceber as oportunidades do mercado”, o que concorrerá inclusive para fixar o homem no campo.

Fonte: (www.estadao.com.br)

 Problemas existem para serem resolvidos, já as barreiras nos fazem criar alternativas e se resolvidas nos levam ao sucesso, e muitas vezes a inovação. Superar as tribulações não acontece se tentamos com  atividades comuns, atos jogados sem um planejamento estão mais propícios a derrota. Para vencer, Planeje-se, independente de sua área ou tamanho da sua empresa, você pode vencer.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 10, 2012

Duas dicas de Eike Batista que fazem a diferença – Planeje-se

Eike Batista é o homem mais rico do Brasil, o 8° mais rico do mundo e almeja ser o mais rico do mundo nos próximos 4 anos e o incrível é que pra ele isso é muito tempo.

Veja o pensamento de Eike e tire suas próprias conclusões do porque algumas empresas não saem de negócios lucrativos para negócios bilionários.

Recentemente Eike Batista concedeu uma entrevista ao Fantástico, onde deu algumas dicas ao empreendedor.

As dicas que visualizei como mais importantes e que talvez – embora todo mundo saiba – seja as menos aplicadas nos dias de hoje são:

1 – Delegar funções e cobrar resultados;

2 – Distribua os lucros.

Vou aqui, dar o meu ponto de vista sobre essas duas dicas.

Não é de hoje que vejo empresas e líderes que não sabem delegar funções e menos ainda cobrar resultados. É comum quando um líder delega função, ele simplesmente passar a tarefa que era dele para um subordinado e relaxar. Ou um líder não delegar e viver na correria. Delegar função é delegar objetivos, não é delegar tarefas!

Delegar funções está muito ligado a você transferir aquela sua idéia que lhe despenderia tempo e lhe impediria de ter novas idéias, a alguém que a execute. E após delegar, com metas e prazo de realização, acompanhar o desenrolar até sua conclusão e não meramente tarefas cotidianas.

Não ache que você sabe delegar, porque passa seus afazeres a outros. Você sabe delegar de forma eficiente, quando tem uma idéia produtiva, sabe transmiti-la para que outro a execute e consegue acompanhá-la até sua conclusão.

Muitas empresas, até hoje, tem supervisores, gerentes, encarregados e diversos outros cargos de liderança e todos sem nenhuma meta. A meta de cada um é supervisionar para que todos façam o que a diretoria pensou em um determinado momento e sejam apenas delatores de erros uns dos outros. Onde está o crescimento nisso?

O primeiro passo deve vir de cima. Os responsáveis pelo crescimento da empresa, devem saber aonde querem chegar, devem colocar metas para que seus subordinados cheguem lá por eles, e deve cobrá-los para que sempre atinjam essa meta, mas muitos ainda trabalham e ao fim do mês apenas olham uma planilha e pensam se foi melhor ou pior que o mês anterior e ponto. Isso está muito longe de ser uma empresa de destaque, no máximo uma empresa de alto valor agregado e lucrativa, mas o quanto lucrativa perto das demais de seu segmento é que lhe fará ser grandiosa.

Agora vamos falar sobre distribuir os lucros. Muitos empreendedores já logo se apavoram ao ouvir isso. Eles querem assalariados contentes, mas isso está cada dia mais difícil. Todo mundo almeja ter algo próprio e ter, mesmo que 1% de uma empresa já o faz se sentir responsável por toda ela.

Eike Batista disse que até o dono da padaria deveria pegar 20% do seu lucro para distribuir aos funcionários. Imagine-se você com duas opções de emprego, uma que você ganhará R$3.000,00 reais e outra que você ganhará R$1.500,00, porém terá 5% do faturamento líquido. Qual escolheria?

Se você escolheu a primeira opção, você nunca precisou de dinheiro ou foi assalariado em sua vida, ou você é acomodado, sinto em lhe dizer. A verdade é que qualquer um quer uma perspectiva de crescimento, e existe perspectiva maior do que a que está alinhada com os próprios donos da empresa? Quer dizer, se a empresa cresce e é claro que ela quer crescer você cresce. Com isso, será que você não vai trabalhar muito mais focado em fazê-la crescer do que com um assalariado com reajustes anuais?

Após o Eike Batista dizer essa frase “distribua os lucros, os resultados serão impressionantes” tudo ficou claro pra mim, mas isso deveria ser óbvio.

Detalhes de visão como esses, fazem a diferença entre ter lucro e ser grandioso. Você almeja estabilidade ou ser destaque no ramo que atua? Você quer ter desafios e olhar a planilha e ver se atingiu suas metas ou quer olhar a planilha com os dedos cruzados torcendo pra ter sobrado mais dinheiro que o mês anterior?

Pense em tudo isso, como uma nova forma de se destacar no mercado e fazer com que seus funcionários “briguem” pela sua empresa. Você só ganha o jogo se todos correrem em campo, apenas alguns correndo, fará com que em determinados momentos você tenha uma jogada brilhante, mas não trará regularidade e é isso que ganha um campeonato.

Fonte: (www.administradores.com.br)

Por: Raphael dos Santos

 Histórias como a do empresário Eike Batista mostram que o sucesso vem após muito trabalho e organização. Conhecer o mercado é essencial, mas enfrentar desafios e persistir é ainda mais importante. Por isso Planeje-se, corra atrás dos seus sonhos e trabalhe para alcançar o sucesso.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 9, 2012

“Criei canais de distribuição inovadores” – Planeje-se

No começo, tudo o que Luiz Sebastião Rosa queria era deixar a Medicina e abrir um negócio em Florianópolis. O que começou como uma simples loja de objetos, em 1991, logo se transformaria na rede de franquias Imaginarium. A empresa ganhou ainda mais força com a criação do sistema de corner franchising, que colocou a marca catarinense em 600 pontos espalhados pelo país

IMAGINARIUM

O QUE É: rede de franquias de lojas de objetos de decoração, presentes, papelaria, moda e eletrônicos

ESTRUTURA: três escritórios em Florianópolis, com 180 funcionários; Centro de Distribuição em São José (SC), com 80 funcionários; 90 franquias, 19 quiosques e 600 pontos multimarcas

FATURAMENTO EM 2011: R$ 110 milhões (estimado)

 Projeto de vida – “Não criei a Imaginarium para ganhar dinheiro, e sim para mudar de vida. No final dos anos 80, eu e minha mulher, Karin, morávamos em Teresópolis, no Rio. Eu era médico, trabalhava muitas horas e mal tinha tempo para brincar com as nossas duas filhas. Decidimos mudar tudo, ir para Florianópolis e começar um negócio.”

 Crescendo pela beirada – “Desde o início, queria que a marca fosse nacional. Em três anos, já tínhamos 15 franquias. Com o tempo, criamos outros canais de distribuição. Em 2007, implementamos o sistema de corner franchising, para vender em lojas multimarcas nas cidades onde não tínhamos franquias. Em vez de mandar só os produtos, fornecemos um espaço instalado com toda a comunicação visual da marca. Hoje, temos 600 pontos de venda desse tipo.”

 Sob medida – “Em 2011, lançamos o conceito das lojas compact, menores e com tíquete mais baixo: avaliamos que vão funcionar bem em cidades com até 150 mil habitantes. O plano é abrir 40 unidades em 2012.”

 Papelaria e presentes – “Em 2010 criamos uma segunda marca, a Ludi, para vender produtos sem restrição de praça — o foco são papelarias e lojas de presentes. A Ludi já está em mais de mil pontos de venda.”

 Análise de giro – “Nossa equipe desenvolve, em média, 400 produtos por ano. Cada lançamento é cuidadosamente pensado a partir da rentabilidade da coleção anterior. Todos os dias, quando fecha o caixa, o movimento das lojas é submetido a uma análise de giro. Se um produto não dá certo, sai de linha. Em 2011, devemos crescer 22%. Queremos abrir cem novas lojas entre 2011 e 2015. Além disso, vamos trabalhar para potencializar todos os canais de distribuição: franquias, corner franchising, compact e Ludi.”

Fonte: (www.revistapegn.globo.com)

Criar novas alternativas, inovar depende diretamente de um bom planejamento estratégico. O empreendedor que pleiteia o crescimento deve sempre inovar, buscar todos os dias novas ferramentas e, além disso, ter a consultoria do Planeje-se.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 8, 2012

Como educar um filho empreendedor Parte 2 – Planeje-se

As competências empreendedoras não são inatas, podem ser desenvolvidas ao longo da nossa vida. Porém, embora algumas dessas competências possam ser aprendidas em cursos e experiências, outras são tipicamente formadas na infância. Não estou falando aqui da clássica imagem da criança que ganha uns trocados vendendo limonada na porta de casa, um ícone tipicamente americano. A maioria das características empreendedoras não diz respeito a negócios e sim a comportamentos típicos de quem detém este perfil, e as escolas não estão preparadas para desenvolvê-las. A seguir, dou algumas dicas de como despertar o lado empreendedor nas suas crianças, sejam filhos, alunos, sobrinhos ou netos, por meio de atividades simples, criativas, diferentes e que podem ser envolventes e ricas:

– Para quebrar regras: Esta é a mais difícil e não pode ser aplicada em qualquer idade. No começo eles precisam entender por que existem regras e como elas nos ajudam a viver de forma civilizada e ordenada. Porém, depois que isso é assimilado, eles precisam entender que existe um mundo fora do quadrado e que nem todas as regras fazem sentido ou são necessárias. O importante é não desrespeitar as leis ou os princípios éticos. Fora isso, se algo não faz sentido, pode e deve ser questionado. Na fase da adolescência se pode dar vazão ao espírito rebelde que se instala entre eles, dando foco e atenção aos seus questionamentos. Uma brincadeira que faço com eles é, durante uma conversa sobre um determinado assunto de interesse deles, antecipar que vou falar uma grande besteira, mas eles não vão saber qual nem quando vou falar. Continuamos a conversa e, no final, eu pergunto qual foi a grande besteira que eu falei. Eles devem adivinhar e geralmente acertam. Com o tempo eu começo a praticar isso sem avisar antes e só falo depois que eu falei uma besteira. Se eles aprenderam a prestar atenção, vão identificar logo. Com isso vão alimentando o seu espírito crítico, não aceitando mais passivamente tudo o que ouvem ou lêem. Hoje, mesmo que eu não fale nenhuma besteira, eles duvidam de algumas coisas que falo, e até conseguem me provar que eu falei uma coisa errada mesmo! Este é o lado ruim da história. Ruim para nós, mas ótimo para a vida deles.

– Para ser criativo: Criatividade é o alimento da inovação. Somos tão condicionados a buscar a concordância e a aceitação pública que acabamos nos esquecendo do que nos torna diferentes e únicos. Todos querem ser iguais e os diferentes são discriminados por não se encaixarem nos padrões de ‘conformidade’ impostos pela sociedade. Existem várias brincadeiras para estimular a criatividade e elas são mais efetivas quanto mais jovens forem as crianças, pois menos amarras possuem ainda. Uma que gostava de fazer quando eles eram pequenos era o passatempo preferido nas viagens de carro. Um de nós conta uma história e, no meio dela, interrompemos para que o outro continue e dê um novo rumo. Assim, vamos nos alternando, passando de uma para outra, até que alguém a termine e é claro que ela termina totalmente diferente de como foi iniciada. Outra coisa que eles se divertiam era pegar histórias conhecidas e invertê-las totalmente, dando novas características aos personagens, mudando o roteiro ou imaginando novos finais inusitados e divertidos.

– Para exercitar a autonomia: Muitas vezes achamos que nossos filhos não estão maduros o suficiente para assumir algumas responsabilidades. Puro preconceito nosso, eles são mais espertos do que imaginamos. Assumir a responsabilidade de alguma coisa é importantíssimo para a formação deles. O exemplo clássico é ter um animal de estimação. O bichinho vai morrer se ele não cuidar, mas a responsabilidade acaba sendo tão grande que, no final das contas, nós é que acabamos alimentando e cuidando. Entre uns 10 e 12 anos, uma brincadeira simples é dar a eles a liberdade de programarem o que fazer em família no domingo. A liberdade é total e os pais vão cumprir tudo o que eles definirem. Eles ficam muito entusiasmados e no começo acabam se excedendo, ou com muitas atividades, ou com coisas que nem todos vão curtir. Com o tempo, eles vão aprendendo a escolher melhor as atividades, a se planejar para tudo dar certo, a ouvir o que as pessoas querem e a arcar com as conseqüências quando não acontece o que eles previram. O exercício da liberdade é uma droga viciante, e, uma vez experimentada, não se pode mais viver sem ela. Por isso, o aprendizado seguinte é exercer a liberdade, mas com responsabilidade.

– Para ter iniciativa: As crianças têm iniciativas natural e espontaneamente. Tudo o que precisamos fazer é apoiá-las e incentivá-las. Podem ser coisas simples, como começar um blog ou receber os amigos para assistir um filme. Podem ser coisas maiores, como organizar um mutirão de ação social ou montar uma banda. O importante é sempre dar o primeiro passo, pois a empolgação cresce na mesma medida que o envolvimento na atividade. Não critique e nem reprima, pelo menos no começo. Se algo pode dar errado, alerte, aconselhe, mas não insista. Se for alguma coisa que não vá gerar muito impacto e pode ser contornado, deixe acontecer e dar errado, até estas experiências são válidas e úteis para o aprendizado. Pesquisas indicam que os pais exercem grande influência na formação de algumas características empreendedoras. Um vídeo que retrata bem isso é vendido pela Siamar e se chama ‘Lemonade Stories’. Produzido pelo Babson College, conta a história de 7 empreendedores como Richard Branson (Grupo Virgin) e Arthur Blank (Home Depot) e como suas mães os influenciaram.

Como podem ver, há várias coisas que podemos fazer com as crianças. Algumas podem dar trabalho, mas é recompensador ver os resultados, ver como eles crescem espertos, ativos, maduros. Sempre que possível, tente dar um aspecto lúdico à atividade, uma brincadeira, um jogo, um desafio. Vai ser mais divertido e eles se envolvem mais. Tome um cuidado especial em não forçar a barra. Apesar de alguns aprendizados requererem um esforço não natural, somos diferentes uns dos outros. Se uma pessoa é naturalmente tímida e introvertida, não a force a se expor em público, o tiro pode sair pela culatra. Alguns comportamentos são condicionados e podem ser modificados, mas traços de personalidade não.

Fonte: (www.epocanegocios.globo.com)

Por: Marcos Hashimoto – Professor de empreendedorismo no INSPER

O empreendedorismo é a arte de administrar bem, e como todo conhecimento deve ser passado para os filhos, dentro do âmbito familiar quando  o filho ainda é pequeno e uma das coisas que o pai empreendedor deve ensinar ao seu filho é o planejamento estratégico. Planeje-se e passe adiante todo o conhecimento administrativo adquirido, afinal os filhos herdam dos pais não só a empresa mais a qualidade de empreendedor.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 7, 2012

Como educar um filho empreendedor Parte 1 – Planeje-se

As competências empreendedoras não são inatas, podem ser desenvolvidas ao longo da nossa vida. Porém, embora algumas dessas competências possam ser aprendidas em cursos e experiências, outras são tipicamente formadas na infância. Não estou falando aqui da clássica imagem da criança que ganha uns trocados vendendo limonada na porta de casa, um ícone tipicamente americano. A maioria das características empreendedoras não diz respeito a negócios e sim a comportamentos típicos de quem detém este perfil, e as escolas não estão preparadas para desenvolvê-las. A seguir, dou algumas dicas de como despertar o lado empreendedor nas suas crianças, sejam filhos, alunos, sobrinhos ou netos, por meio de atividades simples, criativas, diferentes e que podem ser envolventes e ricas:

– Para despertar o interesse pela novidade: Vá com as crianças a um supermercado e diga que eles podem experimentar qualquer coisa que nunca tinham provado antes. Cada um pode trazer uma coisa diferente para colocar no carrinho. Eles se divertem pelas gôndolas e trazem guloseimas com novos sabores. Nesta fase eles tomam gosto pela experimentação. O preço deste aprendizado é que eles vão experimentar algumas coisas e não vão gostar, levando a um desperdício de dinheiro, pois jogam tudo fora. Depois que eles gostarem da brincadeira é a vez de colocar uma regra a mais. Agora eles não podem mais jogar fora o que compraram. Se não gostaram, têm de comer até o fim ou a brincadeira para. Eles até reclamam na hora de engolir, mas não querem parar de brincar, já virou um passatempo que quebra a chatice de ir ao supermercado. Assim, aprendem a ser mais criteriosos na hora da escolha. Lêem o rótulo, pensam e aprendem a usar a informação para reduzir o risco da escolha errada, e assim acabam criando o hábito de experimentar o diferente. Mas, lembre-se, você não pode começar a brincadeira já colocando a penalidade ou eles não entram no jogo. Primeiro eles têm que gostar da brincadeira.

– Para identificar oportunidades: A melhor forma de aprender a identificar oportunidades é prestando atenção às coisas ao seu redor. Boas oportunidades estão em todo lugar e acontecem a qualquer momento. A maioria não percebe porque não está atenta. Para ajudar as crianças a ficarem mais atentas a brincadeira consiste em fazer perguntas sobre percepção do ambiente. Ótimo para passar o tempo em locais públicos como restaurantes ou filas de espera. Encontre um detalhe do ambiente e desafie-os a encontrar, coisas simples do tipo ‘onde tem uma vela’, ‘onde está escrito ‘fumar’’ ou ‘encontre uma criança com cabelos encaracolados’. Com o tempo, eles se acostumam a entrar em qualquer ambiente e logo prestar atenção em todos os detalhes. Uma variável desta brincadeira, em ambientes que eles já conhecem bem como a sua casa, é separá-los, mudar algum detalhe de lugar e chamá-los de volta, desafiando-os a descobrir o que você mudou.

– Para avaliar riscos: Pais são normalmente avessos à exposição dos filhos a qualquer tipo de risco. Professores e babás são menos tolerantes ainda, pois são responsáveis pela segurança das crianças. Isso faz com que involuntariamente criemos nossas crianças em ‘bolhas de segurança’ que não permitem que elas vivam algumas experiências enriquecedoras. Correr um risco, desde que moderado, avaliado e controlado, sempre traz um aprendizado. O importante aqui é que os pais se perguntem: ‘Se algo der errado, o aprendizado decorrente do erro vai compensar o prejuízo?’ Em muitas situações você pode expô-los a um risco no qual eles sentem a adrenalina, mas você tem o controle.

Uma vez, levando eles para a escola, eu falei que iria dirigir seguindo as orientações deles. Eles é que iriam dizer em qual rua virar e qual caminho seguir para chegar à escola. No começo eles adoraram ter o controle da situação, mas acabamos nos perdendo e eles ficaram muito nervosos. Claro que eu sabia o caminho certo e acabei chegando a tempo na escola, mas eles nunca se esqueceram da experiência. Tentamos mais três vezes depois, mas só na quarta eles acertaram o caminho. E celebraram muito!

Fonte: (www.epocanegocios.globo.com)

Por: Marcos Hashimoto – Professor de empreendedorismo no INSPER

O empreendedorismo é a arte de administrar bem, e como todo conhecimento deve ser passado para os filhos, dentro do âmbito familiar quando  o filho ainda é pequeno e uma das coisas que o pai empreendedor deve ensinar ao seu filho é o planejamento estratégico. Planeje-se e passe adiante todo o conhecimento administrativo adquirido, afinal os filhos herdam dos pais não só a empresa mais a qualidade de empreendedor.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 6, 2012

Agricultura familiar e empreendedorismo – Planeje-se

De um lado a agricultura de alta tecnologia, com aviões modernos, GPS para o manejo da terra, colheitadeiras e plantadeiras de última geração, que fazem tudo parecer mais fácil. Do outro, a agricultura familiar, com produção manual, em menor escala, que dá preferência a culturas típicas da região. Em Uruçuí, esses dois mundos têm se encaixado perfeitamente. O sucesso do primeiro eleva a renda da população e turbina, indiretamente, o resultado do segundo.

A piauiense Maria da Conceição de Souza, de 42 anos, é um exemplo dessa “corrente de bonança”. Só com a horta, ela embolsa R$ 500 por semana. Isso sem contar a renda com a venda de frangos (que acompanha um maço de cheiro-verde), doces em compota e a tradicional cajuína. Maria mora na comunidade Santa Tereza (em Uruçuí), assentamento criado em 2001, onde vivem cerca de 70 famílias.

Para a pequena agricultora, a ordem é não desperdiçar. Tudo no seu terreno, de 30 hectares, vira dinheiro. Seja um cacho de banana ou as mangas, que em outras propriedades acabam apodrecidas no chão. Aliás, sua próxima experiência é a venda da polpa de manga. Com todo esse empreendedorismo, Maria tem 105 cabeças de gado e já comprou o primeiro veículo: um caminhão F4000, que custou R$ 98 mil. A metade foi paga à vista e o resto, parcelado, conta ela, que recomeçou sua vida com um empréstimo de R$ 17 mil do governo federal. “Você não imagina como foi a minha vida. Hoje sou rica.”

Maria é filha de índios e foi expulsa de sua terra ainda na adolescência. A primeira vez que pôs roupa tinha dez anos, quando conheceu a cidade. Mãe de três filhos, não faz questão de luxo. A casa tem poucos móveis e o refrigerador onde guarda os doces. Também tem um computador, usado pelos filhos. “Mas não tem internet”, lamenta a mais nova.

Fonte: (www.estadao.com.br)

Problemas existem para serem resolvidos, já as barreiras nos fazem criar alternativas e se resolvidas nos levam ao sucesso, e muitas vezes a inovação. Superar as tribulações não acontece se tentamos com  atividades comuns, atos jogados sem um planejamento estão mais propícios a derrota. Para vencer, Planeje-se, independente de sua área ou tamanho da sua empresa, você pode vencer.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 3, 2012

Oito dicas para sair-se bem em uma reunião de negócios – Planeje-se

Uma das formas mais eficientes de se conquistar um cliente é em uma reunião de negócios. Seu produto pode ser ótimo, seus serviços, excelentes – mas é o contato frente a frente que cativa o cliente e faz com que ele deposite ou não confiança na sua empresa. A maneira como você se comporta em uma reunião pode ser fundamental para o seu negócio ser esmagado ou alavancado. Por isso, é importante que você avalie friamente como você está se saindo nas suas reuniões. Há pessoas que são naturalmente talentosas para se apresentar em público, mas a boa comunicação também pode ser aprendida. O blog Pensando Grandepublicou oitos dicas para se expressar melhor em reuniões de negócios. Elas são da consultora de discursos norte-americana Susane Gaddis. Confira.

Mantenha um tom otimista

Não critique. Foque no valor existente nas ideias dos outros. Estudos feitos pela Universidade de Michigan revelam que observações positivas em reuniões de negócios podem contribuir para o sucesso das empresas. Meça a proporção entre os comentários positivos e aqueles que têm a intenção de criticar em vez de apoiar.

Fale com o grupo todo

Não exclua ninguém da conversa. Quando for falar com um grupo, olhe e fale com todos. Quando alguém lhe fizer uma pergunta, responda se dirigindo ao grupo e não apenas à pessoa que fez a pergunta. Faça todos se sentirem incluídos na conversa.

Tome a iniciativa e incentive os comentários

Tenha sempre em mente que você não é apenas um participante da reunião. Seja um facilitador. Pergunte às pessoas o que elas acham. Incentive os comentários. Isso só não melhora a reunião, mas pode ampliar as suas observações.

Siga o ritmo da reunião

Para criar uma situação confortável, de modo que todos se sintam à vontade, você precisa ter uma comunicação consistente. Se a maioria do grupo estiver fazendo observações breves, faça o mesmo. Se o tom for baixo, siga o mesmo caminho. O objetivo não é copiar os outros, e sim contribuir com o ritmo da reunião. Isso gera trocas de ideias mais produtivas e eficientes.

Não roube todo o tempo

Não faça discursos longos. Passe sua informação com detalhes, mas não estenda muito a sua mensagem a ponto de perder a atenção dos outros. Tenha equilíbrio na conversa. Se todos falarem pouco, tente falar pouco também.

Controle os clichês e as perguntas vazias

Seja o mais claro possível. Não use frases de efeito já gastas, pois isso estraga a sua mensagem. Também não faça perguntas vazias, pois a conversa não vai avançar.

Quando for necessário, converse depois

Não arraste os discursos com temas que podem ser tratados em outro momento. Se você achar que algo merece mais discussões, espere para tratar desses detalhes em outra ocasião. Volte ao assunto após a reunião pessoalmente com a pessoa que fez determinadas perguntas.

Preste atenção ao seu corpo

A linguagem corporal é responsável pela maior parte das informações que transmitimos aos outros. As palavras são, evidentemente, importantes, mas gestos, posturas e olhares transmitem muito mais. Em outras palavras, faça com que seu corpo confirme as suas palavras. Se fizer uma afirmação positiva, mostre aprovação balançando a cabeça. Mantenha sempre contato visual com quem está falando. Demonstre interesse e envolvimento na discussão com gestos, como fazer anotações.

Qualquer tipo de trabalho traz à tona sempre muito estresse. Mas para deixar os problemas de lado e saber o que fazer e no que realmente apostar na hora de sair de um sufoco, o Planeje-se traz para você algumas dicas. Aposte na administração do seu negócio, a fim de colher frutos no futuro.


Fonte: BlogdosEmpreendedores

Por: Erika Bismarchi

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 2, 2012

Saiba as diferenças entre os tipos de liderança – Planeje-se

Liderar parece uma coisa simples. Afinal, tudo se resume a mandar e os outros obedecerem, não é? Que nada. Esse é um dos maiores erro de muitas pessoas, inclusive empreendedores. Quando se é empregado, é comum a sensação de que muita gente pensa que chefiar é a glória. Patrões, então, às vezes ficam piores, ainda mais quando a empresa está crescendo. Só que ser líder não é dar ordens. É pensar no coletivo, estimular a equipe, preocupar-se com cada indivíduo. Um bom líder é alguém que tem um comprometimento moral e ético com a empresa e com seus funcionários. O blog Pensando Grande, da Microsoft, publicou um post que fala de liderança, apontando as diferenças ente o líder formal e o líder moral. Veja em qual tipo você se encaixa e tire suas conclusões:

Os líderes formais acreditam que quando a equipe está insegura é mais fácil de liderar, pois as pessoas permitem tudo. Já os líderes morais incentivam e ensinam a sua equipe, destacando o valor individual de cada um.

Os líderes formais querem tomar conta de tudo e não delegam tarefas para ninguém. Eles também têm dificuldade de confiar nos seus funcionários. Os líderes morais buscam estabelecer um ambiente de trabalho cordial. Investem em relações de confiança, credibilidade e valorização de cada peça do seu time.

Os líderes formais valorizam o seu posto de chefe ou patrão e se esquecem dos outros postos da sua empresa, que são tão importantes quanto o dele. Os líderes morais sempre estão dispostos a aperfeiçoar o coletivo e estão abertos a feedbacks, mesmo quando ouvem o que não gostam.

Os líderes formais não conseguem enxergar o potencial dos funcionários. Já os líderes morais trabalham junto à equipe e desenvolvem soluções para problemas dos funcionários.

Os líderes formais acham que quando a empresa consegue algum resultado satisfatório, o mérito é dele. Os líderes formais focam nos resultados de todos e acha que vitória do funcionário é sucesso da empresa.

Qualquer tipo de trabalho traz à tona sempre muito estresse. Mas para deixar os problemas de lado e saber o que fazer e no que realmente apostar na hora de sair de um sufoco, o Planeje-se traz para você algumas dicas. Aposte na administração do seu negócio, a fim de colher frutos no futuro.

Fonte: BlogdosEmpreendedores

Por: Erika Bismarchi

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 1, 2012

Dez dicas para administrar melhor o seu tempo – Planeje-se

Um dos maiores desafios de quem tem que manter a produtividade em alta (que é o caso de todos os empreendedores) é administrar bem o tempo e conseguir conciliar o trabalho com a vida pessoal. Existem diversos cursos e livros sobre gerenciamento de tempo, mas o que pode ajudar você a, efetivamente, tirar o máximo proveito do tempo para cuidar do seu negócio?

Para os colunistas do site norte-americano Entrepreneur.com Joe Mathews, Don Debolt e Deb Percival, existem dois tipo de tempo: o tempo do relógio e o tempo real. No primeiro, um minuto tem 60 segundos, um dia tem 24 horas e um ano tem 365 dias. Mas no tempo real, isso é completamente relativo. Ele se arrasta ou voa dependendo do que você está fazendo. Com base nisso, eles pensaram em 10 atitudes que vão fazer o seu tempo render mais.

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É tudo relativo

A boa notícia que essa diferença entre tempo do relógio e tempo real traz é que o tempo real, aquele que realmente importa para a nossa produtividade, é mental, ou seja, você o cria e o controla. Como empreendedor, você é afastado de sua atividades constantemente para resolver imprevistos. É praticamente impossível evitar as interrupções, mas você pode controlar quanto tempo irá gastar com elas, e quanto tempo vai dedicar às coisas que realmente importam, seja profissionalmente ou na vida pessoal.

Para fazer isso, pratique as seguintes técnicas:

1Acostume-se a usar uma agenda e anote todos os seus pensamentos, conversas e atividades para uma semana. Isso vai ajudar você a entender o quanto você consegue realizar durante um dia e para onde seus minutos preciosos etão indo. Você terá uma boa visão de quanto tempo é gasto realmente produzindo algo, e quanto é gasto em pensamentos, conversas e ações improdutivas.

2- Qualquer atividade ou conversa que seja importante para o seu sucesso deve ter uma hora designada para ele. Agende reuniões com você mesmo e crie horários que são dedicados aos pensamentos, conversas e atividades mais importantes.

3- Planeje-se para expandir em pelo menos 50% o tempo que você dedica a pensamentos, atividades e conversas que produzam mais resultado.

4- Tente agendar tempo para as interrupções. Utilize, por exemplo, o conceito de ter “horário comercial”. Ele é um sinônimo de “interrupções planejadas”.

5- Dedique ao menos 30 minutos de todos os seus dias para planejar o seu dia, e decidir o que quer realizar. Não comece a fazer nada sem fazer isso antes.

6- A cada atividade realizada, tome cinco minutos para refletir se você alcançou o resultado desejado. Se não, o que faltou? O que poderia ter sido feito diferente?

7- Saiba o momento de se isolar e não deixar ninguém o interromper quando você precisa se dedicar a algo importante.

8- Completando a dica anterior, saiba desligar-se dos canais de comunicação, como telefone celular, MSN, rádios ou e-mails. Não dê atenção instantânea aos outros se não for importante de verdade para o seu negócio.

9- Evite trabalhar com páginas de mídias sociais abertas.

10- Lembre-se de que é praticamente impossível fazer tudo o que você quer no tempo que deseja. Mantenha em mente que 20% de suas ações, pensamentos e conversas geram 80% dos resultados que você deseja.

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Qualquer tipo de trabalho traz à tona sempre muito estresse. Mas para deixar os problemas de lado e saber o que fazer e no que realmente apostar na hora de sair de um sufoco, o Planeje-se traz para você algumas dicas. Aposte na administração do seu negócio, a fim de colher frutos no futuro.

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Fonte: BlogdosEmpreendedores

Por: Carlos Dias

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