Publicado por: blogdoprudencio | março 2, 2012

Qual o prazo ideal para o retorno do investimento? – Planeje-se

Não existe um prazo de retorno ideal para um empreendimento. Mas é preciso manter o fluxo de caixa sob controle.

 A resposta esperada, para esta pergunta, poderia ser:

– O quanto antes melhor!

Porém, na verdade, não existe um prazo de retorno ideal para um empreendimento.

 Existe sim um limite de aporte de capital por parte do empreendedor, que dependerá exclusivamente das suas possibilidades financeiras, ou de um investidor, que poderá ser um sócio, ou outra pessoa ou instituição que acredita no potencial da futura empresa.

Enquanto a empresa não conseguir obter um saldo suficiente para cobrir as despesas, ou se este valor for muito pequeno, o empreendedor terá que realizar constantes subsídios financeiros, o que poderá esgotar as suas reservas financeiras ao longo do tempo, afetando não somente o negócio, como também a sua vida pessoal.

Portanto, mantenha total controle sobre o fluxo de caixa, pois este instrumento poderá avisar, com a antecedência necessária, as oscilações financeiras.

Fonte: (www.htmlstaff.org).

O fluxo de caixa e o retorno do investimento no tempo ideal dependem principalmente de um planejamento e controle financeiro. Para ter um bom auxilio em sua administração  e consultoria você pode recorrer ao Planeje-se. Pois Administrar é uma arte que não se aprende sem ir à luta e o planeje-se sabe disso por isso facilita sua vida transmitindo experiências e respostas para as situações mais difíceis.

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A forte presença de turistas brasileiros na Argentina transformou o real em moeda corrente nos principais pontos turísticos do país e especialmente na capital, Buenos Aires. Empresas de táxi, lojas no aeroporto internacional de Ezeiza, restaurantes, cafés, lojas de produtos de beleza, camelôs e casas de tango são alguns que aceitam a moeda brasileira.

É possível comer, assistir aos espetáculos e comprar lembrancinhas com reais no bolso. Cada comerciante oferece a sua própria cotação, que pode variar entre 2,40 a 2,50 pesos por real – preço semelhante ao das casas de câmbio.

As amigas paulistas Sueli Mazer, de 58 anos, e Ana Paula Silva, de 28 anos, disseram que compram “de tudo” com reais em Buenos Aires.

“Compramos roupas, xampú, presentes. Tudo com reais”, disse Sueli. Mas elas fazem uma ressalva.

“É preciso apenas ficar atento ao valor que nos oferecem pela nossa moeda. Às vezes, pode não valer a pena.”

As amigas entraram na loja Dodo, uma rede de produtos de beleza, no calçadão da rua Florida, onde se lia um pequeno aviso na vitrine: “Aceitamos reais”.

Na loja, as vendedoras María Joana, de 23 anos, e Juliana Martins, de 24 anos, disseram que a presença de clientes brasileiros é crescente.

“Trabalho aqui há três anos, mas só recentemente a loja passou a aceitar reais. É que são tantos brasileiros que assim as vendas ficaram ainda mais fáceis”, disse María Joana.

Segundo dados do governo da cidade de Buenos Aires, os brasileiros lideraram o ranking de turistas que chegaram à cidade em 2010 e nos primeiros quatro meses deste ano.

Nas casas de câmbio da turística Rua Florida é comum ver filas de comerciantes trocando reais por dólares ou pesos. Em algumas lojas vê-se um aviso na entrada: “Neste estabelecimento falamos português”.

Fonte: BBC

 Sabemos que a boa circulação da nossa moeda, é resultado de uma boa economia cambial e de rendas. Os Brasileiros estão viajando mais para o exterior e prestigiando países da América Latina. A importância do turismo nos países vizinhos aumenta a credibilidade em todo o continente e o retorno é  bom também para o Brasil. Melhor que isso é aproveitar melhor o turismo de nosso país para valorizar ainda mais nosso mercado. Conheça mais do mercado cambial, de rendas e mais de economia com o Planeje-se.

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Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 29, 2012

Três coisas que todo empreendedor deveria saber – Planeje-se

1º Cobertura do pipeline de vendas.

O pipeline de vendas é uma listagem de todas as vendas prospectadas. Para construir esse índice, inclui-se o montante de vendas projetado e estima-se a probabilidade de sucesso para cada conta. As informações devem ser atualizadas regularmente. A cobertura do pipeline de vendas é uma fração. O montante total no pipeline de vendas é o numerador e a meta de vendas é o denominador. Conforme o negócio amadurece, você conseguirá estimar melhor as taxas de fechamento. Por exemplo, se você só teve uma reunião com um cliente em particular, você pode atribuir 20% de chances de fechar negócio. Uma vez que o cliente concordou com os preços, você pode aumentar essa probabilidade para até 50%. Na prática, você quer que sua cobertura de pipeline seja maior que 2,5 vezes. Isso deve praticamente garantir que você atinja suas metas.

2º Vendas por empregado.

Essa uma métrica bastante simples, ótima para empresas de todos os tamanhos. Basta ter o número de vendas brutas e dividir pelo número de empregados. Como pequenas empresas tipicamente aumentam muito rápido suas perspectivas de vendas – o otimismo dos empresários é ao mesmo tempo uma bênção e uma maldição – as vendas por empregado são uma medida crítica dentro das empresas em crescimento. O curioso é que, uma vez que você começa a se concentrar sobre este número, verá que a demanda em contratar vendedores é maior que a de contratar em outras posições.

3º Tempo de retorno do custo de obtenção de clientes.

A melhor métrica para avaliar um negócio – o custo de aquisição de clientes – leva um tempo para ser obtida. Em última análise, tudo que sua empresa faz, fará sentido ou não dependendo de quanto custa para conquistar um cliente. Quanto mais barato ou lucrativo esse valor, mais eficaz a empresa. Com esse dado em mãos, é possível calcular quantos meses vai demorar a recuperar esse custo.

Assim, a startup saberá de quanto dinheiro precisa para crescer e quão rentável é a empresa. Quantos clientes você pode se dar ao luxo de conquistar com o seu capital existente ou lucro operacional? Quanto pesa investir para crescer? (Afinal, o crescimento requer mais investimento de capital que o fracasso.) Tudo isso ajuda a projetar o potencial de crescimento.

A beleza desses três indicadores é que eles se aplicam universalmente. Os CEOs podem usá-los para entender melhor o que está funcionando e o que precisa ser mudado a fim de cumprir as metas de curto e longo prazo. Para uma empresa que busca financiamento externo, como as startups, conhecimento e gestão destas métricas é fundamental para permitir aos investidores compreender o seu negócio e potenciais.

Fonte: ÉpocaNegócios

Para tomar boas decisões, é necessário ter uma boa base de dados. Mas em uma startup, como consegui-los? Nos primeiros dias da abertura de uma empresa, muitas vezes não há muito o que medir, o que não significa que a empresa não precise começar a coletar dados o quanto antes. Por isso Planeje-se e os resultados serão mais satisfatórios.

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Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 28, 2012

Desafios para o crescimento do Brasil no mercado Global – Planeje-se

Para se consolidar como polo de crescimento, no entanto, o Brasil precisa enfrentar desafios, como melhorar o acesso à educação.

“O capital humano é uma preocupação em alguns polos potenciais de crescimento, particularmente o Brasil, a Índia e a Indonésia”, diz o relatório.

“Reduzir lacunas educacionais e garantir acesso à educação é central”, afirma o Banco Mundial.

Segundo o banco, essas medidas poderiam estimular a adaptação tecnológica doméstica, capacidade de inovação e geração de conhecimento.

De acordo com o relatório, as mudanças no balanço de poder econômico e financeiro terão reflexos em setores como os mercados de investimentos, fusões e aquisições.

“As multinacionais dos mercados emergentes estão se tornando uma força na reconfiguração da indústria global, com rápida expansão dos investimentos Sul-Sul e fluxos de investimentos estrangeiros diretos”, disse Lin.

“As instituições financeiras internacionais terão de se adaptar rapidamente.”

Segundo o documento, a participação e a influência crescentes de empresas originárias de mercados emergentes nas finanças e nos investimentos globais podem levar à criação de um marco multilateral para regular os investimentos transfronteiriços.

Moeda

O Banco Mundial projeta ainda que, até 2025, o sistema monetário internacional não será mais dominado por uma única moeda.

“Ao longo da próxima década, o tamanho da China e a rápida globalização de suas corporações e bancos deverão significar um papel mais importante para o yuan (a moeda chinesa)”, disse o principal autor do relatório, Mansoor Dailami.

“O mais provável é que em 2025 o panorama monetário internacional se caracterize pela presença de múltiplas moedas, com predomínio do dólar, do euro e do yuan”, afirmou.

Segundo o Banco Mundial, a maioria dos países em desenvolvimento seguirá usando moedas estrangeiras em suas transações com o resto do mundo.

Fonte: BBC

O Brasil está em alta, e logo estará entre as maiores economias do mundo. Para isso os empresários brasileiros e administradores públicos precisam acreditar mais no país e nos recursos além da política adotada. O Planeje-se acredita no empresário brasileiro e no Brasil, por isso vem contribuindo com o crescimento e melhor aproveitamento do mercado.

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O Brasil está incluído em um grupo de seis economias emergentes que, segundo o Banco Mundial, irão redefinir a estrutura econômica global no futuro próximo.

De acordo com um relatório lançado nesta terça-feira, em Washington, até 2025 as economias do Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia e Coreia do Sul vão responder por mais da metade do crescimento global.

“À medida que o poder econômico muda, essas economias bem-sucedidas vão ajudar a conduzir o crescimento em países de baixa renda por meio de transações comerciais e financeiras transfronteiriças”, diz o documento.

Segundo o relatório Global Development Horizons 2011 – Multipolarity: The New Global Economy (“Horizontes do Desenvolvimento Mundial 2011 – Multipolaridade: a Nova Economia Mundial”, em tradução livre), os emergentes vão crescer em média 4,7% até 2025.

Os países avançados, apesar de continuarem a ter um peso importante na economia global, deverão crescer em média apenas 2,3% no mesmo período.

“A rápida ascensão de economias emergentes conduziu uma mudança pela qual agora os centros de crescimento econômico estão distribuídos entre as economias desenvolvidas e em desenvolvimento”, disse o economista-chefe e vice-presidente para Economia do Desenvolvimento do banco, Justin Yifu Lin.

“Estamos em um mundo realmente multipolar”, afirmou.

Fonte: BCC

 O Brasil está em alta, e logo estará entre as maiores economias do mundo. Para isso os empresários brasileiros e administradores públicos precisam acreditar mais no país e nos recursos além da política adotada. O Planeje-se acredita no empresário brasileiro e no Brasil, por isso vem contribuindo com o crescimento e melhor aproveitamento do mercado.

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Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 24, 2012

Poupança em real – Planeje-se

O artesão Darío Ruben, de 31 anos, disse que está até poupando em reais para viajar de férias com a mulher para o Rio de Janeiro.

“Só aceito real, euro, dólar e peso argentino. Neste ano já poupei R$ 1,4 mil com o que recebi dos brasileiros”, disse.

A estudante mineira Thaissa Fernandes, de 22 anos, oferece shows de tangos para brasileiros a partir de R$ 120. O pagamento também é feito na moeda brasileira.

Promotora da agência Magic Travel, na mesma Rua Florida, ela ergue um cartaz oferecendo shows e city tours.

“Eu ganho comissão, mas graças a esta imensa presença de brasileiros ganho muito mais aqui do que ganhava no Brasil. Aqui ganho 4 mil pesos por mês e em Minas, como estagiária, recebia 300 reais”, disse.

As amigas paulistas Ângela Toniello, Regina Marques e Neide Granja, aposentadas, contaram que pagaram, com reais, quase todas as compras no shopping Galerias Pacifico, em Buenos Aires.

“Estou vindo de Ushuaia e de El Calafate, na Patagônia, e lá também aceitaram meus reais”, contou Ângela.

No aeroporto de Ezeiza, pelo menos uma das empresas de táxis, a Vip Car, aceita pagamento em reais. Entre os cafés e restaurantes, a lista é ampla.

Casos, por exemplo, dos restaurantes La Dorita, nos bairros da Recoleta e Palermo, e Chiquilín, no centro.

“O real está valorizado e muitos turistas brasileiros chegam aqui com a moeda no bolso. Então, pra gente vale a pena. Depois, trocamos ou guardamos”, disse Santiago Bustamante, gerente do Chiquilín.

Mas fora do circuito turístico a moeda brasileira não tem aceitação. Os paulistas Vinícius Martins e Dagmar Pedroso, de 31, disseram que nada puderam comprar com reais no bairro do Onze, conhecido por ampla concentração de lojas e preços no atacado.

A cabeleireira María Romero, dona do salão Estúdio Recoleta, disse que recebe dezenas de clientes brasileiros por semana. Ela não aceita reais.

“Mas mesmo assim muitos fazem cabelos e unhas e, principalmente, compram xampú. E pagam com dólares”, disse.

Fonte: (www.bbc.co.uk)

Nossa moeda está sendo mais valorizada e nosso país mais respeitado. Mesmo com cenários de crise que vão e voltam o Brasil assume caráter progressista e as notícias sobre nosso país prometem ser cada vez melhores. Para crescer financeiramente e aproveitar cada vez este mercado Planeje-se e busque as melhores alternativas.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 23, 2012

O que precisamos fazer para resgatar a nossa genialidade? – Planeje-se

Observe a natureza

Uma das fontes incontestáveis de inspiração é a natureza, e o engenheiro suíço George de Mestral que o diga. Criou o velcro depois de notar que as minúsculas hastes do carrapicho grudavam em suas meias de lã.

Uma empresa tinha um problema a solucionar: como embalar muitas batatas fritas em um espaço pequeno sem quebrá-las. Uma pequena empresa usou novamente a natureza como analogia, amontoando folhas secas e folhas verdes. Através da utilização dessa idéia criativa, a solução óbvia surgiu. Moldar batatas em formas uniformes e possíveis de empilhar antes de secarem. Munida dessa inovação, a empresa vendeu sua idéia a Procter e Gamble, e a batata frita Pringles surgiu;

Exercite-se

A criatividade é como os músculos, é um processo lento, exige dedicação, e quanto mais você treina, mais ela se desenvolve. Existem exercícios, tais como o tangram, cujo desafio é obter inúmeras soluções, propiciando, com isso, estimular a criatividade, mantendo o cérebro em constante atividade. Além disso, esse tipo de exercício supera a barreira do não: “não dá”; “não pode”; “é impossível”; “isto não vale” etc.;

Persista

“Esta geringonça tem inconvenientes demais para ser levada a sério como meio de comunicação. Ela não tem nenhum valor para nós”. Memorando Interno da Western Union sobre o telefone em 1876. “Quem se interessaria em ouvir os atores?” H. M. Warner, da Warner Brothers, no auge do cinema mudo em 1927.

Chegar ao topo até que não é tão difícil; manter-se é o problema. À medida que as empresas atingem seus objetivos, passam a atuar com a suicida rotina. E a rotina impede a empresa de promover as sempre necessárias mudanças. O talento humano que valerá ouro hoje e no futuro é o que tem comportamento criativo. As profissões e as empresas que não fizerem uso da cabeça tendem a desaparecer. Se você está acomodado, acreditando que as coisas não irão mudar, tome muito cuidado! Alguém com muita criatividade podem estar tomando o seu lugar.

Fonte: (www.htmlstaff.org)

A criatividade seja do empreendedor, seja dos seus colaboradores, precisa ser incentivada sempre. Pois criar um diferencial é necessário para se manter vivo no mercado. Desta forma Planeje-se e procure as novas idéias, com o pé no chão mais com a cabeça aberta. Acompanhar as mudanças no mercado não é o único requisito para se manter em alta no mercado, pois o mais importante é inovar.

Uma ferramenta de pesquisa baseada na inteligência coletiva. Essa é a aposta da Ledface para tentar conquistar uma fatia do bilionário mercado de mecanismos de pesquisa na internet. Criada em 2010 pelos sócios Horácio Poblete, Leandro Telles, Tatiana Pezoa e Rafael Moretti, a startup de Campinas (SP) tem se destacado em importantes competições de planos de negócios, como a PS10 e o Prêmio RBS de Empreendedorismo e Inovação, que elegeu o projeto como o mais inovador entre mais de 370 inscritos. “Os mecanismos de busca atuais não são eficientes para responder a questões subjetivas, pois ainda não existe uma forma eficiente de inteligência artificial disponível para o público. A inteligência coletiva termina sendo a melhor solução nesse sentido”, afirma Poblete.

 No ar desde outubro passado, a plataforma consumiu um investimento de R$ 200 mil, levantados na base do bootstrapping e da rede pessoal de seus fundadores. Entre seus maiores diferenciais está um algoritmo que identifica os grupos que podem responder melhor à dúvida, com base nos interesses específicos declarados pelos próprios usuários. As respostas são escritas coletivamente, já que a possibilidade de edição de conteúdo é oferecida a todos os membros. Quem realizou a pesquisa recebe o feedback em até 24 horas.

 Com cerca de 3.000 perguntas respondidas até o momento (70% sobre tecnologia e startups), a Ledface encontra dois grandes desafios pela frente: engajar os usuários e manter um nível aceitável de relevância para as respostas publicadas. Para superar a primeira questão, o time de empreendedores acredita no apetite por reputação social entre os usuários – os donos de boas respostas ganham medalhas, em um modelo de gamification consagrado por redes como Foursquare. A questão da relevância vem sendo trabalhada por meio de um sistema de pontos que determina a credibilidade de cada usuário, além da automoderação que os membros mais engajados fazem naturalmente. “Existem diversos modelos bem-sucedidos baseados nesses critérios de colaboração. A Wikipédia é um ótimo exemplo que mostra que as pessoas participam pois querem fazer parte de algo maior”, diz Poblete.

 Em fase de desenvolvimento inicial, a Ledface conta com uma base atual de 3 mil usuários e duas frentes de modelos de negócio para gerar receita. Nesse primeiro momento, o objetivo é ganhar fôlego e levantar capital, oferecendo a plataforma em uma versão fechada como ferramenta de processos internos e de open innovation para o mercado corporativo. Mas para chegar à meta de faturamento de R$ 8,5 milhões estabelecida para os próximos três anos, a ideia é aumentar a base de usuários para 100 mil até junho, para então investir no mercado de publicidade contextualizada, conectando marcas e usuários a partir do mapeamento dos perfis criados dentro do site. “Estamos em um momento de ouvir a comunidade que está se formando, aparar as arestas e melhorar os nossos índices de retenção. Queremos diversificar os perfis de usuário ao máximo. A ideia é criar uma comunidade heterogênea e relevante para todas as áreas”, completa Poblete.

Fonte: (www.revistapegn.globo.com)

A internet é uma ferramenta indispensável para as empresas. Construir sua marca na internet, saber o que acontece no mundo e principalmente sobre sua empresa é muito importante. Na internet você empresário e empresária, também encontra o Planeje-se que ira te ajudar na administração e planejamento de sua empresa.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 16, 2012

O empresário que fez os sapatos brasileiros voarem mais longe – Planeje-se

Wanderley Zunino sempre quis ir além das fronteiras de São João Batista, município industrial que faz parte da Grande Florianópolis, em Santa Catarina. Filho de agricultores do Vale do Rio dos Tijucos, quando criança chegou a trabalhar na roça para ajudar os pais. Como a região é um polo calçadista, percebeu que a melhor forma de ser alguém na vida seria montando uma fábrica de sapatos. Cursou Contabilidade, juntou todas as economias e em 1986 abriu, no fundo do quintal, a Século XXX — nome ambicioso para quem não tinha experiência no ramo e contava com a ajuda de apenas cinco funcionários. “Desde o começo, quis passar a ideia de que era uma empresa de calçados femininos à frente do seu tempo”, diz o empreendedor.

 A falta de conhecimento industrial e de capital de giro foram as maiores dificuldades nos primeiros anos. Depois do Plano Real, porém, a empresa começou a deslanchar. Reinvestindo quase tudo o que ganhava, Zunino construiu uma nova sede, comprou equipamentos e foi fazer um MBA em Administração. Com a empresa em pleno crescimento, em 2002 decidiu partir para a exportação. Vender para outros países foi a solução que encontrou para enfrentar a sazonalidade do mercado nacional. “No Brasil, o comércio de sapatos é dividido em dois períodos: de março a maio e de agosto a novembro. Para manter a fábrica em funcionamento nos outros meses, comecei a encaixar os pedidos que chegavam de fora”, explica Zunino, que produz 500 mil pares de sapatos por ano e exporta atualmente 5% desse total. Seus clientes mais constantes estão nos Estados Unidos, Chile, Peru e Colômbia. Antes da desvalorização do dólar, a Século XXX chegou a enviar para o exterior 25% da sua produção. “Com a valorização do real, o preço do sapato dobrou, e perdi clientes”, conta Zunino. Hoje, o faturamento anual da empresa está na casa dos R$ 30 milhões. Para aumentar esse número e conquistar novos mercados, o empresário participa regularmente de feiras como Couromoda, Francal e a internacional Micam, em Milão, na Itália. “São vitrines poderosas, das quais nenhum empresário calçadista pode abrir mão”, diz.

SÉCULO XXX

ONDE ESTÁ: emprega 230 funcionários na sede em São João Batista, a 74 km de Florianópolis (SC)

PARA ONDE VAI: exporta para os Estados Unidos, Chile, Peru e Colômbia

Fonte: (www.revistapegn.globo.com)

Exemplos de vida, testemunhos de grandes empresários, depoimentos de quem já alcançou o sucesso, tudo isso nos motiva ainda mais a enfrentar os desafios e conquistar também o nosso lugar ao sol. E uma destas ferramentas que nos ajudam a vencer no empreendedorismo é o Planeje-se. A consultoria e opinião de profissionais respeitados nos ajuda a evitar muitos problemas, quando escutamos quem já passou pela mesma experiência e tem a solução.

Publicado por: blogdoprudencio | fevereiro 15, 2012

O dilema das Startups – Planeje-se

Fala-se muito que nunca houve tanto dinheiro disponível para investimentos em novos negócios, mas bastam poucas conversas com investidores e empreendedores para perceber que a equação é mais complexa do que parece. De um lado os investidores afirmam que não há bons projetos que mereçam um aporte. Do outro, donos de novos projetos afirmam que é difícil encontrar um bom investimento.

As razões (e também as possíveis soluções) para esse impasse foram discutidas no CEO Summit 2011, nesta quinta-feira, em São Paulo, no painel A Nova Geração de Empreendedores Digitais. Para Romero Rodrigues, fundador do site Buscapé, empresa que começou com um investimento e hoje já adquiriu outras 16 empresas, a ansiedade é um fator que atrapalha os empreendedores. “Converso com muitas startups e a maioria chega até mim dizendo que vale R$ 12 milhões (às vezes dólares). Já chegaram a me perguntar se eu não tinha me arrependido de ter recebido o primeiro aporte de ‘apenas’ R$ 1 milhão”. Para Rodrigues, essa nova geração de empreendedores digitais precisa entender isso rápido para não perder oportunidades. “Não tem elevador para chegar lá. É preciso usar a escada, com um degrau de cada vez”.

Apenas uma boa ideia não basta para conquistar um fundo disposto a investir num novo negócio. Capacidade técnica para colocar as ideias em prática é fundamental. “Às vezes o negócio nem é tão bom, mas o grupo e o modelo de execução é tão interessante que acabamos optando por fazer um investimento”, afirma Herman Kazah, sócio-fundador do Mercado Livre.

Outro fator que dificulta ainda mais o trabalho das startups é a escassez de investidores anjos, como são conhecidas as pessoas que investem o próprio dinheiro em novos negócios. Segundo Rodrigues, ao contrário dos Estados Unidos, onde esse tipo de investidor é responsável por uma parte considerável do dinheiro que circula em novas empresas, aqui no Brasil essa figura ainda é pouco atuante. Gustavo Arjones, sócio fundador da Social Metrix completa: “a estrutura jurídica do Brasil não ajuda nisso”, afirma.

Uma possível solução para esse dilema é a disseminação da educação empreendedora. ”Os novatos precisam aprender a vender melhor suas idéias”, diz Rodrigues. Outro conselho do fundador do Buscapé: evite copiar ou topicalizar serviços de internet que surgem nos Estados Unidos. Tente criar algo realmente novo e voltado para as necessidades do brasileiro.

Fonte: (www.epocanegocios.globo.com)

Por: Silvia Balieiro

 Para encontrar a solução Planeje-se. Busque novas alternativas, conheça as novas ferramentas para uma boa administração. Pois é necessário se atualizar e sempre se colocar a frente no mercado. Até porque o empreendedorismo assim como o mundo não para e sua empresa também não pode parar.

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